A ressonância magnética do cérebro pode ser realizada para afastar anomalias estruturais específicas, como hidrocefalia, tumores ou infartos lacunares. Neuroimagens como a ressonância magnética (mri) são cruciais para visualizar as áreas afetadas do cérebro e ajudar a distinguir esta condição de outras doenças como a doença de parkinson idiopática. Em três casos havia dados sugestivos de parkinsonismo secundário
Pencilled Nudes
Outro após período de coma por encefalite
Nos dois casos restantes, o diagnóstico clínico era de doença de parkinson (dp).
Protocolos específicos de ressonância magnética (rm) para a avaliação de síndromes demenciais incluem sequências volumétricas 3d, com reformatações multiplanares, que possibilitam o estudo de sinais de atrofia global ou seletiva, com comprometimento preferencial de determinado lobo ou região. Em indivíduos com doença vascular cerebral suspeita ou já diagnosticada, poderá ser efetuada angioressonancia de crânio, que facilita uma pesquisa mais detalhada das estruturas vasculares cerebrais.